Centrais espalhadas
A equipe entra em várias centrais todo dia e parte do trabalho ainda é manual.
Lemos a base atual, montamos uma amostra real, validamos dados e volumes e só então planejamos a virada — com rodagem paralela quando possível e rollback.
É a equipe entrando em várias centrais, o dado sem rastreabilidade e o medo de perder histórico na troca.
A equipe entra em várias centrais todo dia e parte do trabalho ainda é manual.
Não dá para saber exatamente em que etapa cada protocolo está, nem o que foi enviado a cada central.
Custas, caixa, selo e recibo não conversam bem com o protocolo e o ato.
Perder histórico, quebrar livros ou parar o atendimento é o que mais trava a decisão de trocar.
base legada real lida e validada em ambiente de treinamento.
importados com controle de idempotência por identificador do legado.
convertidos e conferidos antes da virada.
na importação da base de referência, sem perda de vínculo.
Mapeamos o sistema atual, as tabelas, as atribuições e os volumes envolvidos.
Importamos um recorte da base e conferimos com a equipe antes de qualquer virada.
Normalizamos atribuições, naturezas, tipos de documento, custas e qualificações.
Carga idempotente por identificador do legado, para poder reprocessar sem duplicar.
Conferência de matrículas, atos, protocolos e financeiro contra a origem.
Quando possível, o Aurora roda ao lado do sistema atual até a equipe confiar.
Virada planejada, com suporte próximo e possibilidade de rollback.
A migração começa por um diagnóstico. A gente lê a base, monta uma amostra real e só assume o que for possível validar. Não prometemos virada total antes de analisar o legado.
O objetivo é justamente evitar isso. A rodagem paralela e o planejamento da virada existem para o cartório continuar operando.
A virada é planejada com possibilidade de rollback. A base legada permanece como origem até a equipe estar confortável.
Já trabalhamos com bases de sistemas regionais de Mato Grosso e bases SQL Server de outros fornecedores. Cada caso é analisado individualmente.
Depende do volume e da qualidade da base. O cronograma sai depois do diagnóstico e da amostra, não antes.
Conte qual sistema o cartório usa hoje. A gente começa pelo diagnóstico e pela amostra, sem compromisso de virada.